VANGUARDA & TRADIÇÃO | Iniciação

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A TRADIÇÃO MAÇÓNICA E O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA

Rémi Boyer


PODE A MAÇONARIA AINDA SER, OU VOLTAR A SER, INICIÁTICA NO SENTIDO DE UMA BUSCA DO SER?

A Maçonaria permanece uma formidável ferramenta potencial de trabalho pelo quadro que ela garante. Um inquérito lançado junto de maçons de diversas Obediências, deu resultados interessantes. As respostas mostraram que uma maioria de irmãs e de irmãos esperavam da sua Obediência um projecto e uma estrutura iniciáticas e que era até uma prioridade, mesmo se, para mais da metade deles, o projecto humanista e social continuava a ser adjacente. As respostas indicavam igualmente que as irmãs e os irmãos estavam na expectativa de uma prática, ao mesmo tempo pessoal e de loja; que um número crescente se virava para pequenas Obediências mais fechadas, para o Budismo, para a Ortodoxia, para as Artes marciais, etc., na tentativa de encontrar esse eixo pragmático, susceptível de os conduzir para lá das Colunas, sem todavia renegarem, na maioria, o seu compromisso maçónico inicial. O estaleiro está por isso aberto para uma construção ou reconstrução de um processo iniciático maçónico, e este livro lança o desafio.

«'Mais um livro sobre Maçonaria!', pensarão alguns leitores, mas este, no entanto, cria uma ruptura profunda. Faz o levantamento dos problemas da iniciação maçónica e define até a sua praxis. Vem pôr tudo em causa e suscitar certamente o debate. Para Rémi Boyer, a via maçónica não é apenas uma aprendizagem da Liberdade, no sentido profundo do termo; é também uma via para o Despertar e, até, nos seus aspectos mais internos, uma teurgia. Sempre poeta, Rémi cita o Conde de Lautréamont: 'O sono é uma recompensa para alguns, um suplício para outros; para todos, uma sanção'. É deveras disto que se trata, de sair do mundo do sono e do sonho, dessa 'sanção', e, sem qualquer dúvida, fazer sair o outro se a sua busca for semelhante. Como escrevia um filósofo existencialista contemporâneo: 'Como posso eu ser livre, se os outros não o são?'»

Jean Pierre Giudicelli de Cressac de la Bachelerie in Introdução

«A Maçonaria possui múltiplas dimensões, espirituais, filosóficas, sociais, políticas (mas não politiqueiras), permite a fraternidade, a entreajuda, a convivialidade, mas ela só se afirma verdadeiramente como Ordem iniciática através do esforço e compromisso individuais de cada maçom em constituir, criar, um espaço e um tempo sagrados, não apenas no templo mas também na sua própria interioridade. Somente então, a iniciação potencial é actualizada.»

José Manuel Anes in Prefácio

«Contra o isolamento natural ao qual a Franco-maçonaria tradicional parece não saber fugir, Rémi Boyer lançou este manifesto, na forma de manual. Este manual de psicologia iniciática informa e perturba, quando mostra lucidamente o buraco que alguns, no reino dos cegos, confundem com o caminho certo.»

Serge Caillet in Prefácio

Ilustração da Capa: Carlos Barahona Possollo

Co-Edição Zéfiro & Arcano Zero

PRÉ-VISUALIZAR: ÍNDICE EXCERTO

Nascido em 1958, Rémi Boyer começou desde cedo a exploração do mundo das Vanguardas, da Iniciação e das Filosofias do Despertar. Trabalha, desde então, para uma nova aliança entre as filosofias do Despertar e as vanguardas artísticas. Membro da Société des Gens de Lettres, considera a Literatura como uma forma de metafísica, tendo-se envolvido activamente no movimento das revistas desde os Anos 80, nomeadamente na experiência excepcional da revista de tradições e vanguardas, L’Originel, dirigida por Charles Antoni, e, mais tarde, no seio de Pris de Peur e Mange Monde, revistas da Casa dos Surrealistas de Cordes-sur-Ciel, dirigidas por Paul Sanda. Também colabora ou colaborou com inúmeras revistas europeias, entre as quais L’écho des poneys, Supérieur Inconnu, Place aux sens, La Soeur de l’Ange, Initiera, Cahiers chroniques, Historia occultae, etc. Contribui igualmente, desde 2007, para os magazines electrónicos Vendémiaire e La faute à Diderot. Dirige, desde 1992, a revista L’Esprit des Choses, especializada na filosofia de Louis-Claude de Saint-Martin, no Martinismo e na Franco-maçonaria, assim como, desde 1996, a crónica literária La Lettre du Crocodile. Dirige actualmente a colecção Grimoires nas Edições Rafael de Surtis. Depois de ter assegurado a edição da obra de Claude Bruley, acaba de lançar, na mesma editora, os Cadernos de Lima de Freitas, sob a égide da Sociedade de Estudos e Investigação sobre o Quinto Império. Lusófilo, Membro do Movimento Internacional Lusófono, autor de uma vintena de ensaios traduzidos em várias línguas, mais particularmente em português, é também autor de novelas, poemas, contos filosóficos e textos destinados à animação da discussão filosófica com crianças. Calígrafo, impregnado pela cultura oriental, ilustra por vezes ele próprio os seus livros e apela geralmente a artistas originais como Lima de Freitas, Jean-Gabriel Jonin, Virginie Rapiat…

Nº de Páginas: 168 | Formato: 16 x 23 cm | ISBN: 978-989-677-148-5

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