CRÓNICA DA VIDA
SOCIAL DOS OCULTISTAS

Luís Filipe Sarmento

Ventos do Imaginário
16 x 23 - 352 pp
 

P.V.P.

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«É um romance muito do nosso tempo, das suas realidades e das suas fantasias, da sua materialidade quotidiana e das suas projecções proféticas. É um romance original que aborda um tema que, ao que creio, nunca foi tratado de maneira tão aberta pelo nosso romance. Que contrariando uma certa tendência da nossa literatura (a que Óscar Lopes, um dia chamou «literatura lunar») é um livro que ri e que diverte».
Mário de Carvalho

«Um romance, um grande romance e impecavelmente bem escrito! Um romance que se "bebe de um trago", avidamente, que prende qualquer leitor da primeira à surpreendente última página! Pela sátira mordaz e contundente, por vezes queiroziana, Luís Filipe Sarmento lança, afinal e apenas, o descrédito sobre todos aqueles que, por ignorância, cupidez ou oportunismo, são a parte visível do falso esoterismo, do falso ocultismo, do falso maçonismo».
Nuno Nazareth Fernandes

«A Crónica da Vida Social dos Ocultistas é um livro instrutivo, irónico, corajoso, por vezes apaixonante, por vezes hilariante. Inicia-nos, com realismo e humor, em mistérios muito actuais. Assistimos a espectáculos mágicos, escutamos assombrosos discursos, planamos sobre o poder, a fraude e a ilusão, sobre crenças autênticas, mistificações e factos históricos. Só lendo…
Aqui reencontramos o Luís Filipe Sarmento, ora escritor, ora jornalista, por vezes no seu melhor».
Urbano Tavares Rodrigues

«Uma autópsia do grotesco, como esta a que Luís Filipe Sarmento procede com bisturi magistralmente afiado, corria talvez o risco de escandalizar quem anda pelos átrios do espírito com os olhos postos no folclore, no brilho das lantejoulas simbólicas, na superfície. Não é com esses que o Autor se entende. O filme sardónico que faz desfilar diante do leitor, este relato genial na captura dos pequenos e grandes ridículos, esta gargalhada saudável que desfere à face da parlapatice de capa esotérica – significam, afinal, o contrário do que parecem: sendo uma obra de crítica, mordaz e implacável quanto baste, este livro encerra ainda uma esperança, legível em tinta indelével nas entrelinhas. É esse duplo sentido, a um tempo arrasador e visionário, que faz da Crónica da Vida Social dos Ocultistas uma leitura tão compulsiva, a que uma mestria no domínio dos diálogos deu uma rara fluidez».
Jorge Morais

«Pois bem, há de tudo neste livro de entusiástica leitura! Audaz, sarcástico, contumaz, Luís Filipe Sarmento não deixa créditos por mãos alheias. O que tem a dizer, di-lo nesta sua escrita viva, pessoalíssima e liberta de preconceitos».
José Manuel Capelo

«Esta Crónica da Vida Social dos Ocultistas, de Luís Filipe Sarmento, tem três grandes virtudes. Antes de mais, é uma história bem contada, que se lê de um fôlego. É, ao mesmo tempo, uma aventura divertida, cheia de inesperadas peripécias que nos levam, frequentemente, até à gargalhada. E subjacente ao talento da escrita – em que se sublinha a capacidade de chegar ao leitor sem supérfluos artifícios de estilo, mas com uma prosa rica de originalidade e, ao mesmo tempo, escorreita, simples e directa – o autor desoculta uma realidade esotérica, que conhecemos mal, numa dupla dimensão. Enquanto sociedade que cultiva o secretismo, e também enquanto grupo social que trilha vias, que os seus membros entendem ser as de saberes alternativos, só ao alcance dos iniciados. Em suma, uma delícia».
Mário Contumélias

«De uma forma divertida e original, algumas portas que fechavam muito mistérios e curiosidades foram finalmente abertas de uma forma corajosa. Ao mergulharmos na Crónica da Vida Social dos Ocultistas, Luís Filipe Sarmento desvenda e põe a nu muito do secretismo que envolve as denominadas Ordens Secretas...».
José Galambas

«Esta excepcional obra de Luís Filipe Sarmento, escrita com verdadeira mestria, lança uma "pedra no charco" no chamado mundo do "esoterismo". A leitura da Crónica da Vida Social dos Ocultistas revela-se compulsivamente cativante porque provoca, satiriza, por vezes choca. Mas, e sobretudo, faz-nos rir, rir à gargalhada!... E não é o riso uma das formas do homem se libertar – transcendendo-se – do ridículo que são as suas ilusórias concepções?
Sábio é aquele que se ri de si próprio!».
Alexandre Gabriel