VANGUARDA & TRADIÇÃO | Iniciação

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HINÁRIO À DEUSA

Rémi Boyer


UMA CELEBRAÇÃO DO SAGRADO FEMININO

O Ocidente cristão é renitente em celebrar o Grande Real, o Absoluto, no seu aspecto Feminino, excepto para lhe despir a sua roupagem de Carne.

Hinário à Deusa não será suficiente para apagar dois milénios de ocultação do Feminino sagrado e secreto. Entreabrem-se, contudo, trinta e três portas, poéticas, mágicas e alquímicas para a Deusa Suprema na qual nós temos a Vida, o Movimento, a Alegria e o Ser, e sem a qual Deus não passaria de um cadáver.

Este hinário recorda-nos de forma simples que a Mulher é o Ser Iniciado e Iniciador por excelência; destina-se a uma prática operativa, real e concreta.

Rémi Boyer oferece-nos aqui uma recolha de hinos que celebram o Sagrado Feminino em todos os seus aspectos:

      poéticos,
            iniciáticos,
                  estéticos,
                        incoeristas,
                              mágicos,
                                    teúrgicos,
                                          eróticos, 
                                                alquímicos,
                                                      artísticos,
                                                            vanguardistas,
                                                                  libertários,
                                                                        …

Co-Edição: Zéfiro & Arcano Zero


Nascido em 1958, Rémi Boyer começou desde cedo a exploração do mundo das Vanguardas, da Iniciação e das Filosofias do Despertar. Trabalha, desde então, para uma nova aliança entre as filosofias do Despertar e as vanguardas artísticas. Membro da Société des Gens de Lettres, considera a Literatura como uma forma de metafísica, tendo-se envolvido activamente no movimento das revistas desde os Anos 80, nomeadamente na experiência excepcional da revista de tradições e vanguardas, L’Originel, dirigida por Charles Antoni, e, mais tarde, no seio de Pris de Peur e Mange Monde, revistas da Casa dos Surrealistas de Cordes-sur-Ciel, dirigidas por Paul Sanda. Também colabora ou colaborou com inúmeras revistas europeias, entre as quais L’écho des poneys, Supérieur Inconnu, Place aux sens, La Soeur de l’Ange, Initiera, Cahiers chroniques, Historia occultae, etc. Contribui igualmente, desde 2007, para os magazines electrónicos Vendémiaire e La faute à Diderot. Dirige, desde 1992, a revista L’Esprit des Choses, especializada na filosofia de Louis-Claude de Saint-Martin, no Martinismo e na Franco-maçonaria, assim como, desde 1996, a crónica literária La Lettre du Crocodile. Dirige actualmente a colecção Grimoires nas Edições Rafael de Surtis. Depois de ter assegurado a edição da obra de Claude Bruley, acaba de lançar, na mesma editora, os Cadernos de Lima de Freitas, sob a égide da Sociedade de Estudos e Investigação sobre o Quinto Império. Lusófilo, Membro do Movimento Internacional Lusófono, autor de uma vintena de ensaios traduzidos em várias línguas, mais particularmente em português, é também autor de novelas, poemas, contos filosóficos e textos destinados à animação da discussão filosófica com crianças. Calígrafo, impregnado pela cultura oriental, ilustra por vezes ele próprio os seus livros e apela geralmente a artistas originais como Lima de Freitas, Jean-Gabriel Jonin, Virginie Rapiat…

Nº de Páginas: 92 | Formato: 13 x 19,50 cm | ISBN: 978-989-677-084-6

DO MESMO AUTOR


POEIRAS DE ABSURDIDADE SAGRADA


O QUADRANTE DO DESPERTAR



O DISCURSO DE SINTRA


HINÁRIO AO REI ENCOBERTO

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