VENTOS DA HISTÓRIA | História

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MONÓLOGO DA ÁGUA

Andreia Salvado & Rémi Boyer


Seguido de:
• Haikus da Água
• Nova Convenção da Água
• Diálogos da Água com as Crianças

«A Água não pertence a todos
Nós todos pertencemos à Água

A Água não estabelece diferenças entre as pessoas
Para Ela, noite e dia são equivalentes

A Água não nos pede nada
Nós exigimos-lhe tudo
Nós devemos-lhe a Vida
A Água é livre
Nós nunca o somos completamente
A não ser que se fuja da cupidez
Da ignorância e da idiotice
Tempos sem Água virão
Tempos de Morte

Somos um com a Água
Servi-la, é servir a Vida
Protegê-la, é proteger a Vida
Amá-la, é amar a Vida
Fazei vossa a Liberdade da Água
A Liberdade do dom»

Ilustrações: Mariana Rosa Scarpa e Françoise Pelherbe

Co-Edição Zéfiro & Arcano Zero


Nascido em 1958, Rémi Boyer começou desde cedo a exploração do mundo das Vanguardas, da Iniciação e das Filosofias do Despertar. Trabalha, desde então, para uma nova aliança entre as filosofias do Despertar e as vanguardas artísticas. Membro da Société des Gens de Lettres, considera a Literatura como uma forma de metafísica, tendo-se envolvido activamente no movimento das revistas desde os Anos 80, nomeadamente na experiência excepcional da revista de tradições e vanguardas, L’Originel, dirigida por Charles Antoni, e, mais tarde, no seio de Pris de Peur e Mange Monde, revistas da Casa dos Surrealistas de Cordes-sur-Ciel, dirigidas por Paul Sanda. Também colabora ou colaborou com inúmeras revistas europeias, entre as quais L’écho des poneys, Supérieur Inconnu, Place aux sens, La Soeur de l’Ange, Initiera, Cahiers chroniques, Historia occultae, etc. Contribui igualmente, desde 2007, para os magazines electrónicos Vendémiaire e La faute à Diderot. Dirige, desde 1992, a revista L’Esprit des Choses, especializada na filosofia de Louis-Claude de Saint-Martin, no Martinismo e na Franco-maçonaria, assim como, desde 1996, a crónica literária La Lettre du Crocodile. Dirige actualmente a colecção Grimoires nas Edições Rafael de Surtis. Depois de ter assegurado a edição da obra de Claude Bruley, acaba de lançar, na mesma editora, os Cadernos de Lima de Freitas, sob a égide da Sociedade de Estudos e Investigação sobre o Quinto Império. Lusófilo, Membro do Movimento Internacional Lusófono, autor de uma vintena de ensaios traduzidos em várias línguas, mais particularmente em português, é também autor de novelas, poemas, contos filosóficos e textos destinados à animação da discussão filosófica com crianças. Calígrafo, impregnado pela cultura oriental, ilustra por vezes ele próprio os seus livros e apela geralmente a artistas originais como Lima de Freitas, Jean-Gabriel Jonin, Virginie Rapiat…

Nº de Páginas: 100 | Formato: 13 x 19,50 cm | ISBN: 978-989-677-136-2

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