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VIRIATO - A EPOPEIA LUSITANA

Teófilo Braga


Viriato é uma narrativa histórica sobre A Grande Epopeia da Lusónia, cujo símbolo está encarnado no mítico chefe lusitano, que sonha com uma terra liberta do jugo de Roma.

Para o sábio Idevor – conhecedor das mais antigas tradições lusitanas –, o sentido místico do nome Viriato encontra-se ligado ao Touro – animal tutelar dos nossos antepassados, símbolo da valentia e da missão libertadora do herói.

Viriato, o libertador da Lusitânia, é reconhecido como sendo digno de receber a Víria: o Colar dos Três Crescentes, legado da época em que os Estados lusitanos estavam unidos solidariamente nos costumes e no governo da Callaecia e da Bética, em torno da Lusónia.

Andergus desejava forjar com as suas mãos uma espada que fosse companheira de Viriato nas batalhas contra o invasor romano. Mas o druida sabia que tal espada heróica – consagrada para as vitórias – existia e que o seu poder tornava invencível quem a cingisse: a Espada Gaizus! Talismã de liberdade, achava-se oculta, enterrada em chão lusitano…

O herói Viriato aceita o desafio invocado no antiquíssimo Tesouro do Luso, o Poema da Raça, que encerra o destino da Lusitânia e das suas gentes.


Joaquim Teófilo Fernandes Braga (1843-1924) nasceu em Ponta Delgada e faleceu em Lisboa. Desde cedo revelou interesse pelas manifestações espirituais do povo português, desde a literatura à religião, à arte, às tradições e aos costumes. Em 1861 vai para Coimbra, onde frequenta o curso de Direito, vindo a doutorar-se em 1868. Colabora na Revista de Coimbra, entre outras, opondo-se frontalmente ao ultra-romantismo e participando activamente na Questão Coimbrã. Em 1872 fixa-se em Lisboa, passando a leccionar literatura no Curso Superior de Letras. Em 1910 é convidado para Presidente do Governo Provisório, tendo sido mais tarde eleito Presidente da República, em 1915. Dedicou-se à história da literatura portuguesa e aos estudos etnográficos. Além de obras de carácter histórico-literário, escreveu também poesia, ficção, etnografia e filosofia.
Índice Excerto
Nº de Páginas: 236 | Formato: 16 x 23 cm | ISBN: 978-972-8958-78-7

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